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O que você vê acima é uma valiosa pintura sendo parcialmente dissolvida de propósito.

As belas artes muitas vezes são revestidas por verniz pelo mesmo motivo que os móveis: isso oferece uma barreira de proteção aos elementos. Mas o verniz fica amarelo com o tempo, ganhando uma cor ainda menos atraente após alguns séculos — e é por isso que os especialistas em restauração precisam tirar verniz antigo das obras e reaplicá-lo quando uma pintura fica feia. Em um vídeo postado no Twitter por Philip Mould, nesta segunda-feira (6), o comerciante de arte e apresentador de Fake or Fortune? mostrou o quão grande a transformação pode ser:

Como um restaurador consegue esfregar o verniz sem também apagar uma obra de arte de preço imensurável é uma combinação de técnica e segredos comerciais. Um dos métodos envolve dois pedaços de algodão, um encharcado em um solvente como a turpentina, e o outro em um líquido neutralizante que impede a turpentina de corroer a tela.

Mas seja lá qual substância Mould tenha aplicado a esse retrato jacobino, ela é espessa demais para ser apenas turpentina. Entramos em contato com ele para ter mais informações sobre qual conjunto de substâncias químicas fez essa restauração possível:




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